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Notícias : Corretor de imóveis - profissão cobiçada
em 15/9/2008 10:32:36 (6903 leituras)

Além de ser comissionado, o corretor de imóveis acompanha a boa fase das negociações imobiliárias


Nilton Vianna e sua equipe: há 23 anos no mercado imobiliário, ele afirma que o profissional precisa ser pró-ativo e se especializar sempre



A estabilidade econômica e o aumento na oferta de créditos para financiamento resultam em uma das melhores fases para o mercado imobiliário brasileiro. O momento também é propício para os corretores de imóveis, profissionais responsáveis na intermediação do processo de compra e venda. "O mercado para corretor está altamente rentável", afirma o diretor da Lopes Consultoria de Imóveis, Fernando Antunes. Em Minas Gerais, são cerca de 7,6 mil corretores registrados no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-MG). Embora esse número possa ser maior, apenas os filiados ao conselho estão aptos a exercer a função de corretagem.

Além da demanda de mercado, a profissão oferece remunerações elevadas. "Poucas profissões se comparam em nível de rentabilidade", afirma Fernando. A função é comissionada, sendo proporcional aos negócios fechados. Em geral, os corretores recebem comissão de 1% sobre o valor do imóvel negociado. Parece pouco? Mas não é. Se o profissional, por exemplo, vender um apartamento avaliado em R$1 milhão, em uma única transação receberá R$ 10 mil. "Fora os prêmios que elepode ganhar. A profissão é muito rentável para quem trabalha. A atividade é 95% transpiração e 5% inspiração", destaca.

As vagas e as gordas remunerações fazem com que a profissão seja uma das mais cobiçadas do momento. Porém,o mercado exige profissionais bem informados, conhecedores do mercado imobiliário e também do financeiro. O profissional não é apenas um vendedor de imóveis, é umconsultor. A formação pode ser de nível médio (técnico em transações imobiliárias), ou superior (graduação tecnológica de gestor de negócios imobiliários). "Quanto mais tempo de mercado, mais condições o corretor terá de avaliar as situações.Oprofissional não pode ser corretor de uma venda só, precisa puxar outras vendas".

Vendedor de sonhos

Os lançamentos de imóveis para as mais variadas faixas salariais aquecem o mercado em Minas Gerais. "O setor estava adormecido e despertou há um ano. Estamos em ritmo crescente. Nunca se vendeu tanto", avalia o proprietário da Casa Mineira, Ivan Silva. Ele lembra que, quando alguém procura um imóvel novo, em geral se desfaz do antigo. Ponto para os corretores.
Ludmila Ximenes/Divulgação
Muitas imobiliárias fazem a formação de seus profissionais, mas já existem cursos superiores nessa área

A profissão é antiga, mas foi regulamentada no Brasil em 1978. Para atuar, o profissional precisa ser credenciado no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-MG). O cenário abre muitas possibilidades para o corretor, mas exige que o profissional seja, cada vez mais, capacitado e antenado nas novas tendências na área de construção. "O bom corretor precisa ter conhecimento do mercado para oferecer ao cliente o
que ele procura. Ele precisa comparar o mercado financeiro com o imobiliário. Também precisa ter uma gama de informações para passar para a clientela", diz o diretor da Lopes Consultoria de Imóveis, Fernando Antunes.

A regularização junto ao Creci é pré-requisito exigido pelas imobiliárias, como é o caso da Lar Imóveis. Muitos profissionais atuam sem essa exigência. A imobiliária teve dificuldade para preencher vagas devido às exigências de perfil, nível de experiência e filiação no Creci. Cobranças como a da Lar Imóveis fizeram com que a corretora Clarisse Bessa, de 55, fizesse o curso e as provas para ter a regularização. "No dia-a-dia, a gente aprende a lidar com o cliente e a avaliar um imóvel, mas o curso nos dá uma segurança maior. Muitos profissionais consideram que não é preciso, mas é fundamental". Ela resolveu entrar no mercado de corretagem depois de ter ficado 20 anos tomando conta da casa e dos filhos.

Há 23 anos no mercado imobiliário, o corretor Nilton Vianna, de 43, afirma que o profissional precisa ser proativo. É preciso se especializar sempre. "Não queria ficar atrás de uma mesa, sem chances de crescer na profissão". Ele participou de diversas convenções de venda e fez curso no Creci-MG. Como o mercado imobiliário sempre tem novidades, é exigido do profissional atualização constante. "O corretor é vendedor de sonhos. Por isso, tem que mostrar ao cliente que, naquele terreno, terá o imóvel exato para sua família", aconselha.

Seduzir o cliente faz parte da estratégia para efetuar a venda. "O mercado mudou. Não se pode ficar esperando o cliente no escritório. Se ele não oferecer algo, outros o farão". Por isso, uma das funções do corretor é prospectar oportunidades de negócio. Para o contato com o cliente, o profissional precisa conhecer informações sobre metragem, área de lazer, vagas de garagem, revestimento interno e externo do empreendimento. A desenvoltura para falar sobre as formas de pagamento também é um requisito para quem deseja atuar no setor imobiliário. "O primeiro passo é entender o perfil do cliente. Por isso, o melhor é falar menos e ouvir mais", completa Nilton. Em geral, o profissional trabalha com metas que precisam ser alcançadas no fim do mês, o que exige uma disponibilidade maior e um comprometimento pessoal.

ESFORÇO

Essa dedicação à profissão pode chegar a 12 horas de trabalho por dia. Além da carga horária puxada, ele precisa trabalhar aos sábados e domingos. O profissional também precisa ter veículo próprio e conhecer bem a cidade onde atua.

A Casa Mineira oferece um treinamento teórico e prático para os seus funcionários. No período, os candidatos a corretores fazem visita a imóveis e participam de reuniões de avaliação de propriedades. Em geral, são 20 profissionais que olham aspectos como localização, espaço para lazer, acabamento, entre outros aspectos. Por ano, a Casa Mineira treina 40 corretores, e a empresa conta com 155 colaboradores.

O gerente, Sérgio Costa, de 45, está há 25 atuando no mercado imobiliário. "A gente tem que ter mola no mercado, ou seja, a experiência nos impulsiona". Foi essa experiência que o ajudou a concretizar vendas difíceis: ele precisou de 30
dias para fechar a negociação de um apartamento avaliado em R$ 1 milhão. Como está sempre lidando com imóveis de alto luxo, a equipe é treinada para dar segurança ao cliente. "Lidamos com a venda de imóveis de R$ 4milhões; por isso, a credibilidade é fundamental. É preciso passar segurança e seriedade", diz Sérgio. A pessoa começa como corretor júnior, passa a master e depois se torna corretor credenciado. Os passos seguintes na carreira são gerente e diretor.

Fonte: Portal Uai

(Gabriel Miranda)



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